Vale a pena assistir! Esse filme retrata a vida de um dislexo.
Psicopedagogia em Foco
Importante
Bem vindos!!!
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Algumas orientações a pais e professores sobre a Dislexia
O aluno deve sentar-se próximo ao professor,de modo que este possa observá-lo e encorajá-lo a solicitar ajuda.
Avaliar suas habilidades e conhecimentos nas respostas orais.
Valorizar os trabalhos pelo conteúdo, desconsiderando os erros ortográficos.
Lembrar que o disléxico leva mais tempo que os demais para terminar as tarefas.
Evitar que tenha que ler em público.
Permitir o uso do gravador, uma vez que escutar e escrever simultaneamente não é fácil.
Propiciar um ambiente de trabalho silencioso e sem distrações.
Permitir o uso de calculadoras, de corretores ortográficos, do vídeo, do computador.
Ensinar a resumir anotações.
Optar por deveres de casa, curtos e motivadores, sem muita leitura e escrita.
Propiciar aulas de apoio individuais, levando em consideração as dificuldades mais relevantes apresentadas pelo aluno.
Aceitar que se distraia com maior facilidade que os colegas, posto que a leitura lhe exige um super esforço.
Entregar para o aluno fotocópia ao invés de fazê-lo copiar grandes textos do quadro negro.
Estimular a autoconfiança do aluno destacando suas competências em outras áreas – música, esportes, artes, tecnologia etc.
A quem recorrer
O professor com formação ou informação efetiva em dificuldades de aprendizado pode tornar-se canalizador do encaminhamento de providências junto ao aluno disléxico. Mas, o profissional naturalmente indicado para essa iniciativa é o psicólogo escolar que poderá tomar a iniciativa de comunicar a necessidade dessas providências aos pais dessa criança e de atuar como mediador entre os familiares e os diferentes profissionais que participem dessa avaliação diagnóstica. Programa remediativo de suporte psicopedagógico elaborado com base no diagnóstico diferencial em dislexia, poderá, também, ser aplicado com a participação cooperativa do psicólogo escolar, com formação em dificuldades de aprendizado.
O papel do psicopedagogo na atuação com o dislexo
Fazendo parte de um contexto múltiplo e diversificado onde as diferenças denotam a grandiosidade dos desafios, o psicopedagogo, em um primeiro momento, deve possuir um olhar amplo da realidade, livre de qualquer preconceito. Isto tudo está intrínseco nos grandes nortes da Psicopedagogia em seus anseios de compreender e ajudar o outro: “A Psicopedagogia em seu desejo de conhecer mais sobre o outro, para poder ajudá-lo a vencer suas dificuldades, superar seus problemas de aprendizagem e compreender os elementos que interferem nesse processo, em busca da autoria de pensamento, tem como seu maior desafio: aprender a conhecer, aprender a fazer e aprender a ser”. (Azevedo, 2004)
Partindo do pressuposto que a Psicopedagogia deve possuir essa versatilidade, ao direcionar o olhar para os sujeitos que manifestam sinais dessa dificuldade da aprendizagem, procura entendê-los a partir de seu universo percebendo os níveis de desorientação causados pelas habilidades naturais. Nesse sentido, antes mesmo de emitir qualquer julgamento, a Psicopedagogia procura ser um apoio profícuo, oferecendo amparo através de uma orientação que possibilite, além do aprendizado, que os sujeitos possam se manifestar sobre como se sentem, OLHO e quais os esforços que podem desprender para melhor lidar com esse distúrbio.Tendo como referência os pressupostos acima evidenciados cabe ao psicopedagogo manter em relação ao dislexo um olhar atento, uma escuta sensível e intervenções pautadas numa postura ética, compreensiva e, acima de tudo, baseada num profundo respeito pelo aprendente.
Algumas Considerações
Quando iniciou-se esta investigação, tinha-se em relação à temática inúmeras dúvidas e algumas hipóteses. A partir da realização do estudo pode-se expor algumas considerações que foram reforçadas como pertinentes no decorrer da pesquisa.Uma primeira idéia reforçada foi de que a dislexia consiste numa alteração nos neurotransmissores cerebrais que impedem uma criança de ler e compreender com a mesma facilidade com que o fazem as crianças da mesma faixa etária. Isso porque dentro do córtex cerebral existem lobos e o lobo parietal é o responsável pela compreensão e interpretação da linguagem, havendo lesão nesse local irá interferir na aprendizagem.
Os disléxicos compartilham habilidades e se não forem destruídas pelos pais e professores eles possuirão uma inteligência acima do normal e terão uma extraordinária criatividade, e pode ser contornada e aliviada se tiver um acompanhamento adequado e direcionado às condições de cada caso.
Chama-se a atenção para termos certo cuidado e não fazermos diagnósticos precipitados e preconceituosos em relação aos disléxicos. Também é necessário antes de qualquer suposição, buscar auxílio, em uma clínica com âmbito da reprogramação postural e psicomotricidade e apoio psicopedagógico especializado.
Enfim, pais e professores precisam estar atentos e ser orientados para que a criança não perca sua auto-estima, estimulando sua autoconfiança e destacando suas competências em outras áreas, como a música, artes, esportes etc., facilitando a forma de aprender e encontrando o método mais adequado.
Referências bibliográficas:
AZEVEDO, Cleomar [et al]. Psicopedagogia: contribuições para a educação pós-moderna. Petrópolis: Vozes, 2004.CROSSMAN, A.R & NEARY, D. Neuroanatomia. Traduzida por Editora Guanabara Koogan S.A. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabarra Koogan, 2002.
DAVIS, Ronald D & BRAUN, Eldon M. O Dom da Dislexia. O Novo Método Revolucionário de Correção da Dislexia e de outros Transtornos de aprendizagem. Tradução de Ana Lima e Garcia Badaró Massad. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.
GREENBERG, David A.& AMINOFF, Michael S. & SIMON, Roger P.Neurologia Clínica. 2ª ed., POA: Artes Médicas, 1996.
MARTINS, Vicente. Dislexia e Educação Especial. In: BELLO, José Luiz de Paiva. Pedagogia em Foco. Disponível em: <> Fortaleza, 2001. Acessado em 19 de setembro de 2005.
PENNINGTON, Bruce F. Diagnósticos de Distúrbios de Aprendizagem. São Paulo: Pioneira –, PHD 1997, p.47.
Carla Caus Pereira
Pedagoga pela UPF (Universidade de Passo Fundo). Acadêmica do Curso de Psicologia 3º semestre e do Curso de Psicopedagogia Clínica e Escolar da Faculdade da Serra Gaúcha.
Retirado do Blog Psicopedagogi@
Dicas para a Escola e para os Professores
1 – Evite que os pais interfiram na lição de casa, como corrigir ou até mesmo fazer por eles. Nesse sentido, oriente para que os mesmos possam dar suporte e orientações necessárias para que o aluno consiga executar sua tarefa, por isso, nunca faça por eles.
2 – Evite culpar as famílias no acompanhamento do aluno sem saber da situação em que vivem. Investigue as condições de vida dessa família e veja o que pode fazer para ajudá-las.
3 – Não culpe um aluno por não ter feito lições que exigem o que o mesmo não tem em casa (internet, computador etc). Disponha aos alunos momentos na escola para pesquisas na biblioteca, sala de informática entre outras, sendo assim, se sentirá mais realizado, dê acompanhamento se o mesmo precisar.
4 – Não reclamar à família toda vez que uma tarefa não é feita, evite a punição dada a cada tarefa não realizada. Diga aos pais que se o aluno ou eles mesmos não conseguiram, pelo menos tentaram. Ninguém consegue fazer o que ainda não sabe, é um processo que leva tempo. Incentive, encoraje.
5 – Evite cobrar dos pais uma ação mais efetiva que os mesmos aprendam. Mesmo que os pais tenham conecimento, a tarefa de ensinar, pertence a escola (professor).
Dicas para Pais
1 – Desenvolva o hábito de observar o caderno de seu filho e se o mesmo trouxe lição para casa.
2 – Na hora da lição, procure desligar som, tv, dvd, etc. A concentração é muito importante.
3 – Proporcione um horário e lugar agradável e confortável (seja qual for).
4 – Acompanhe seu filho nas tarefas, apenas como informante (não faça nada por ele).
5 – Intercale momentos de lazer e descanso. Cada criança tem um tempo limite de concentração. Tenha cuidado com isso. Não transforme o momento harmonioso em tenebroso.
6 – Procure recursos para auxiliar a prática da lição ( Dicionário, livros, Internet, etc. )
7 – Desafie seu filho com alegria, promova um ambiente de alegria.
8 – Tarefa não é castigo, é um momento que faz parte da vida.
9 – Deixe que seu filho traga colegas para fazerem atividades juntos (essa troca de experiência é de grande valia).
10 – Lembre-se: ninguém nasce sabendo e cada criança é singular dentro de suas capacidades em aprender, não compare seu filho com outros alunos que fazem mais rápido. Nunca o chame de burro ou outro nome que o ridicularize e o humilhe.
11 – Aprender exige paciência. Então… tenha calma.
12 – Procure se seu filho apresenta alguma dificuldade de aprendizado. Pela ajuda e orientação de profissional específico (comunique a escola).
Dicas para Alunos
01 – A lição de casa é de sua responsabilidade, não as jogue para seus pais.
02 – Por mais chato (que talvez pareça) a lição de casa é um grande reforço e aliado ao seu desenvolvimento escola, procure realizá-la com mais prazer.
03 – Não acumule tarefas. Tem tempo sobrando? Aproveite e faça o quanto antes possível.
04 – Procure desenvolver o hábito de pesquisar em livros e dicionários.
05 – Procure não fazer cópias nas respostas das lições (a não ser que seja pedido). Use sua criatividade.
06 - Não faça de qualquer jeito, faça o melhor que puderes, no final que sai ganhando, é você mesmo.
07 – A internet pode te ajudar, use-a com sabedoria (plágio… é crime) pesquise, leia, crie seus próprios comentários.
08 – Só peça ajuda aos seus pais (outros) quando realmente precisar.
09 – Procure relaxar no meio das lições. Tá nervoso? faz um lanche. Ande no pátio, escute uma música. Você restabelecerá os ânimos.
10 – Faça o que pode fazer. Não ultrapasse seus limites. Caso não consiga realizar uma tarefa, não se desespere, o importante é que você e sua família tentaram. Converse com seu professor sobre isso e peça mais um tempo.
Fonte: Raimundo Soares de Andrade
Coordenador Pedagógico da Escola Estadual Profª Eunice Souza dos Santos
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Sobre Psicopedagogia
1. O que é a psicopedagogia?
A Psicopedagogia estuda o processo de aprendizagem e suas dificuldades, tendo, portanto, um caráter preventivo e terapêutico. Preventivamente deve atuar não só no âmbito escolar, mas alcançar a família e a comunidade, esclarecendo sobre as diferentes etapas do desenvolvimento, para que possam compreender e entender suas características evitando assim cobranças de atitudes ou pensamentos que não são próprios da idade. Terapeuticamente a psicopedagogia deve identificar, analisar, planejar, intervir através das etapas de diagnóstico e tratamento.
2. Quem são os psicopedagogos?
São profissionais preparados para atender crianças ou adolescentes com problemas de aprendizagem, atuando na sua prevenção, diagnóstico e tratamento clínico ou institucional.
3. Onde atuam?
O psicopedagogo poderá atuar em escolas e empresas (psicopedagogia institucional), na clínica (psicopedagogia clínica).
4. Como se dá o trabalho na clínica?
O psicopedagogo, através do diagnóstico clínico, irá identificar as causas dos problemas de aprendizagem. Para isto, ele usará instrumentos tais como, provas operatórias (Piaget), provas projetivas (desenhos), EOCA, anamnese.Na clínica, o psicopedagogo fará uma entrevista inicial com os pais ou responsáveis para conversar sobre horários, quantidades de sessões, honorários, a importância da freqüência e da presença e o que ocorrer, ou seja, fará o enquadramento. Neste momento não é recomendável falar sobre o histórico do sujeito, já que isto poderá contaminar o diagnóstico interferindo no olhar do psicopedagogo sobre o sujeito. O histórico do sujeito, desde seu nascimento, será relatado ao final das sessões numa entrevista chamada anamnese, com os pais ou responsáveis.
5. O diagnostico é composto de quantas sessões?
Entre 8 a 10 sessões, sendo duas sessões por semana, com duração de 50 minutos cada.
6. E depois do diagnóstico?
O diagnóstico poderá confirmar ou não as suspeitas do psicopedagogo. O profissional poderá identificar problemas de aprendizagem. Neste caso ele indicará um tratamento psicopedagógico, mas poderá também identificar outros problemas e aí ele poderá indicar um psicólogo, um fonoaudiólogo, um neurologista, ou outro profissional a depender do caso.
7. E o tratamento psicopedagógico?
O tratamento poderá ser feito com o próprio psicopedagogo que fez o diagnóstico, ou poderá ser feito com outro psicopedagogo. Durante o tratamento são realizadas diversas atividades, com o objetivo de identificar a melhor forma de se aprender e o que poderá estar causando este bloqueio. Para isto, o psicopedagogo utilizará recursos como jogos, desenhos, brinquedos, brincadeiras, conto de histórias, computador e outras situações que forem oportunas. A criança, muitas vezes, não consegue falar sobre seus problemas e é através de desenhos, jogos, brinquedos que ela poderá revelar a causa de sua dificuldade. É através dos jogos que a criança adquire maturidade, aprende a ter limites, aprende a ganhar e perder, desenvolve o raciocínio, aprende a se concentrar, adquire maior atenção.O psicopedagogo solicitará, algumas vezes, as tarefas escolares, observando cadernos, olhando a organização e os possíveis erros, ajudando-o a compreender estes erros.Irá ajudar a criança ou adolescente, a encontrar a melhor forma de estudar para que ocorra a aprendizagem, organizando, assim, o seu modelo de aprendizagem.O profissional poderá ir até a escola para conversar com o(a) professor(a), afinal é ela que tem um contato diário com o aluno e poderá dar muitas informações que possam ajudar no tratamento.O psicopedagogo precisa estudar muito. E muitas vezes será necessário recorrer a outro profissional para conversar, trocar idéias, pedir opiniões, ou seja, fazer uma supervisão psicopedagógica.
8. Como se dá o trabalho na Instituição?
O psicopedagogo na instituição escolar poderá:- ajudar os professores, auxiliando-os na melhor forma de elaborar um plano de aula para que os alunos possam entender melhor as aulas;- ajudar na elaboração do projeto pedagógico;- orientar os professores na melhor forma de ajudar, em sala de aula, aquele aluno com dificuldades de aprendizagem;- realizar um diagnóstico institucional para averiguar possíveis problemas pedagógicos que possam estar prejudicando o processo ensino-aprendizagem;- encaminhar o aluno para um profissional (psicopedagogo, psicólogo, fonoaudiólogo etc) a partir de avaliações psicopedagógicos;- conversar com os pais para fornecer orientações;- auxiliar a direção da escola para que os profissionais da instituição possam ter um bom relacionamento entre si;- Conversar com a criança ou adolescente quando este precisar de orientação.
9. O que é fundamental na atuação psicopedagógica?
A escuta é fundamental para que se possa conhecer como e o que o sujeito aprende, e como diz Nádia Bossa, “perceber o interjogo entre o desejo de conhecer e o de ignorar”.O psicopedagogo também deve estar preparado para lidar com possíveis reações frente a algumas tarefas, tais como: resistências, bloqueios, sentimentos, lapsos etc.E não parar de buscar, de conhecer, de estudar, para compreender de forma mais completa estas crianças ou adolescentes já tão criticados por não corresponderem às expectativas dos pais e professores.
1. O que é a psicopedagogia?
A Psicopedagogia estuda o processo de aprendizagem e suas dificuldades, tendo, portanto, um caráter preventivo e terapêutico. Preventivamente deve atuar não só no âmbito escolar, mas alcançar a família e a comunidade, esclarecendo sobre as diferentes etapas do desenvolvimento, para que possam compreender e entender suas características evitando assim cobranças de atitudes ou pensamentos que não são próprios da idade. Terapeuticamente a psicopedagogia deve identificar, analisar, planejar, intervir através das etapas de diagnóstico e tratamento.
2. Quem são os psicopedagogos?
São profissionais preparados para atender crianças ou adolescentes com problemas de aprendizagem, atuando na sua prevenção, diagnóstico e tratamento clínico ou institucional.
3. Onde atuam?
O psicopedagogo poderá atuar em escolas e empresas (psicopedagogia institucional), na clínica (psicopedagogia clínica).
4. Como se dá o trabalho na clínica?
O psicopedagogo, através do diagnóstico clínico, irá identificar as causas dos problemas de aprendizagem. Para isto, ele usará instrumentos tais como, provas operatórias (Piaget), provas projetivas (desenhos), EOCA, anamnese.Na clínica, o psicopedagogo fará uma entrevista inicial com os pais ou responsáveis para conversar sobre horários, quantidades de sessões, honorários, a importância da freqüência e da presença e o que ocorrer, ou seja, fará o enquadramento. Neste momento não é recomendável falar sobre o histórico do sujeito, já que isto poderá contaminar o diagnóstico interferindo no olhar do psicopedagogo sobre o sujeito. O histórico do sujeito, desde seu nascimento, será relatado ao final das sessões numa entrevista chamada anamnese, com os pais ou responsáveis.
5. O diagnostico é composto de quantas sessões?
Entre 8 a 10 sessões, sendo duas sessões por semana, com duração de 50 minutos cada.
6. E depois do diagnóstico?
O diagnóstico poderá confirmar ou não as suspeitas do psicopedagogo. O profissional poderá identificar problemas de aprendizagem. Neste caso ele indicará um tratamento psicopedagógico, mas poderá também identificar outros problemas e aí ele poderá indicar um psicólogo, um fonoaudiólogo, um neurologista, ou outro profissional a depender do caso.
7. E o tratamento psicopedagógico?
O tratamento poderá ser feito com o próprio psicopedagogo que fez o diagnóstico, ou poderá ser feito com outro psicopedagogo. Durante o tratamento são realizadas diversas atividades, com o objetivo de identificar a melhor forma de se aprender e o que poderá estar causando este bloqueio. Para isto, o psicopedagogo utilizará recursos como jogos, desenhos, brinquedos, brincadeiras, conto de histórias, computador e outras situações que forem oportunas. A criança, muitas vezes, não consegue falar sobre seus problemas e é através de desenhos, jogos, brinquedos que ela poderá revelar a causa de sua dificuldade. É através dos jogos que a criança adquire maturidade, aprende a ter limites, aprende a ganhar e perder, desenvolve o raciocínio, aprende a se concentrar, adquire maior atenção.O psicopedagogo solicitará, algumas vezes, as tarefas escolares, observando cadernos, olhando a organização e os possíveis erros, ajudando-o a compreender estes erros.Irá ajudar a criança ou adolescente, a encontrar a melhor forma de estudar para que ocorra a aprendizagem, organizando, assim, o seu modelo de aprendizagem.O profissional poderá ir até a escola para conversar com o(a) professor(a), afinal é ela que tem um contato diário com o aluno e poderá dar muitas informações que possam ajudar no tratamento.O psicopedagogo precisa estudar muito. E muitas vezes será necessário recorrer a outro profissional para conversar, trocar idéias, pedir opiniões, ou seja, fazer uma supervisão psicopedagógica.
8. Como se dá o trabalho na Instituição?
O psicopedagogo na instituição escolar poderá:- ajudar os professores, auxiliando-os na melhor forma de elaborar um plano de aula para que os alunos possam entender melhor as aulas;- ajudar na elaboração do projeto pedagógico;- orientar os professores na melhor forma de ajudar, em sala de aula, aquele aluno com dificuldades de aprendizagem;- realizar um diagnóstico institucional para averiguar possíveis problemas pedagógicos que possam estar prejudicando o processo ensino-aprendizagem;- encaminhar o aluno para um profissional (psicopedagogo, psicólogo, fonoaudiólogo etc) a partir de avaliações psicopedagógicos;- conversar com os pais para fornecer orientações;- auxiliar a direção da escola para que os profissionais da instituição possam ter um bom relacionamento entre si;- Conversar com a criança ou adolescente quando este precisar de orientação.
9. O que é fundamental na atuação psicopedagógica?
A escuta é fundamental para que se possa conhecer como e o que o sujeito aprende, e como diz Nádia Bossa, “perceber o interjogo entre o desejo de conhecer e o de ignorar”.O psicopedagogo também deve estar preparado para lidar com possíveis reações frente a algumas tarefas, tais como: resistências, bloqueios, sentimentos, lapsos etc.E não parar de buscar, de conhecer, de estudar, para compreender de forma mais completa estas crianças ou adolescentes já tão criticados por não corresponderem às expectativas dos pais e professores.
Texto de Samaia Sampaio, você pode pegar o original em : http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/a_psicopedagogia.htm
Estamos disponibilizando alguns endereços de Artigos interessantes para estudantes de Psicopedagogia:http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/artigos_simaia.htm
http://www.psicopedagogiabrasil.com.br/artigos.htm
http://www.pedagobrasil.com.br/artigosanteriores/pedago_psico.htm
domingo, 19 de agosto de 2012
IMPORTANTE
ESTE BLOG FOI CRIADO PARA CONCLUSÃO DA DISCIPLINA DE ÉTICA EM PSICOPEDAGOGIA DA USC BAURU
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